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Séries dominarão horário nobre do SBT


Publicado em 14 de setembro de 2009 por Felippe Franco

Atualmente os direitos de exibição na TV aberta das melhores séries americanas estão nas mãos das três maiores emissoras do país: Globo, SBT e Record. Lost, Prison Break, 30 Rock, Grey’s Anatomy, NipTuck, CSI Miami e 24 Horas, por exemplo, são ou já foram exibidas por estas e provavelmente muita gente nem ficou sabendo. O motivo é simples: o horário está longe de ser dos mais agradáveis.

Até então um dos poucos canais que davam um espaço maior para as produções internacionais era o SBT, famoso por exibir ‘Um Maluco no Pedaço’ (‘The Fresh Prince of Bel-Air’) e ‘Eu, a Patroa e as Crianças’ (‘My Wife and Kids’). Ultimamente a Record também vem exibindo a excelente ‘Todo Mundo Odeia o Chris’ (‘Everybody Hates Chris’) a tarde, mas essa ainda não é a questão, uma vez que esse universo vai bem além dos sitcom’s. E agora o SBT percebeu isso. Graças a um trabalho da diretora artística Daniela Beyruti junto aos telespectadores no Twitter, a emissora silviosantista vai aos poucos deixando de ser a prefirada da sua avó por causa das novelas mexicanas.

Daniela, inclusive, foi a responsável pela entrada na emissora de algumas versões nacionais de programas que fazem sucesso no exterior, como o ‘Nada Além da Verdade’, ‘Esquadrão da Moda’ e ‘Qual é o seu Talento?’, inspirado no ‘Britain’s Got Talent’.

Mas então, a novidade da vez é que o SBT vai tirar do armário suas séries para exibi-las em horário nobre continuamente. “Nós temos as melhores séries do cabo disponíveis para a TV aberta e estamos oferecendo para toda a população brasileira”, contou Daniela Beyruti ao Infonet News. A partir de hoje, às 21h, já será exibido o suspense ‘Harper’s Island – O Mistério da Ilha’ (foto). Os 13 episódios da primeira temporada devem passar até o dia 30 de setembro, quando dará lugar a uma nova série que será escolhida pelo público através do site do canal. Quase um Intercine melhoradaço.

“Exibiamos elas na madrugada porque além de fazer parte de nosso pacote com a Warner, não sabíamos que teria o apelo que hoje elas tem. Recebemos muitos pedidos dos nossos telespectadores dizendo que gostariam de assisti-las”, respondeu quando perguntada sobre o mal-aproveitamento das atrações até então. “Acho que vão gostar de ter esta opção na programação”, concluiu.

Vale a pena ler de novo: entrevista com Danilo Gentili


Publicado em 3 de maro de 2009 por Felippe Franco

Num passado distante — quando George Bush ainda era presidente dos Estados Unidos, o São Paulo tinha dois campeonatos a menos e jamais sonhávamos que a Dercy pudesse morrer antes da popularização dos carros voadores — entrevistei um rapaz que na época era a grande sensação do stand-up comedy no Youtube. Algum tempo depois esse mesmo cara viria a se tornar a grande estrela da versão brasileira do CQC, conquistando de vez a fama, o dinheiro e as mulheres mais cobiçadas do país. Homens também, vez ou outra. O nome dele? Danilo Gentili Júnior  — ou simplesmente Danilo Gentili, para os íntimos.

A entrevista abaixo foi publica originalmente em agosto de 2007, época que não tinhamos nem metade dos leitores que temos hoje. Por isso vale a pena ler de novo. Yeah, yeah.

“A comédia stand-up tem que chegar no ponto que não seja uma comédia que faça rir, mas que forme opinião. O público brasileiro no geral ao meu ver é burro demais pra isso ainda.”

Infonet: Você largou uma carreira de redator publicitário para ser humorista. Acha que fez um bom negócio?

Danilo: Não ganho dinheiro com nenhuma das duas, então acho que deu na mesma.

Infonet: Porque você resolveu ser humorista?

Danilo: Desde criança, na escola, já falava coisas que faziam a classe rir e a
professora chorar. Eu frequentava muito a igreja evangélica. Eu gostava porque davam oportunidades pros jovens pregarem e nas pregações eu já tentanva fazer stand-up. E até conseguia. O povo ria quando eu pregava. Acho que nunca resolvi virar humorista. Viver disso hoje foi só uma evolução natural do que eu sempre fui.

Infonet: Hoje você integra dois grupos de shows semanais em São Paulo. Como você consegue conciliar?

Danilo: Eu saio de um e vou pro outro. Chego no segundo show já começado. O difícil não é conciliar dois grupos. O difícil é criar sempre um texto original que arranque o maior número de risadas possíveis.

Infonet: Você também é cartunista. Onde aprendeu a técnica?

Danilo: Em lugar nenhum pois não tenho técnica. Eu só desenho do meu jeito e faço. Se for comparar meus desenhos com outros desenhos vão ver que são horríveis. Mas eu acho que o cartunista está para o desenhista assim como o humoristas está para o ator. É preciso ter técnica pra fazer um excelente desenho assim como técnica pra ser um excelente ator. Porém o cartunista e o humorista não precisa de técnica, precisa de autenticidade

Infonet: De onde você acha que vem todo esse seu talento?

Danilo: Não me acho talentoso não. Sei lá, me acho normal. Só faço umas coisas aí…

Infonet: Você acha que hoje em dia as comédias stand-ups tem um espaço merecido ou ainda falta muito para conquistar isso?

Danilo: Eu acho que falta muito pra conquistar. Tem que chegar no ponto que não seja uma comédia que faça rir, mas que forme opinião. O publico brasileiro no geral ao meu ver é burro demais pra isso ainda. Mas o público que gosta de stand-up é bem inteligente e dá pro comediante evoluir nessa comédia junto com o público, já que isso é muito novo aqui no Brasil ainda.

Infonet: Que momento que você considere que o foi um dos melhores de sua carreira?

Danilo: Quando eu subi no palco a primeira vez e vi que riram muito do que eu tinha escrito, da minha visão única e particuar do mundo. Eu decidi alí que queria viver disso.

Infonet: A questão é tão de praxe mas que pode faltar. Danilo Gentili por Danilo Gentili.

Danilo: Danilo Gentili é um ser humano normal como todos os outros, ou seja, um idiota desprezível.

Infonet: Quais são seus próximos projetos?

Danilo: Meu próximo projeto é tomar banho pelo menos 3 vezes por semana.

Não maltratem os animais. Eles não tem culpa de viverem num mundo cheio de idiotas como o nosso. E vão lá no “Clube da Comedia”… ou no “Comedia ao Vivo”.. ou melhor, vão no meu site que lá tem endereço de todos shows que faço e ainda link pro meu blog: www.danilogentili.com.

Os Difamantes: Vida de celebridade em pauta


Publicado em 13 de novembro de 2008 por Felippe Franco

Ele é jornalista da revista Época, escreve pro Casseta e Planeta e no início do século criou um dos blogs de humor mais famosos da internet brasileira, o ‘Eu, Hein!‘ – Aliás, foi o pioneiro no estilo de fotomontagens; o blog não existe mais. Ela também é jornalista e também escreve pra Época. E eles são casados. Love is in the air. Estou falando de Nelito Fernandes e Martha Mendonça, autores da peça ‘Os Difamantes‘, que conta a história de um casal que critica celebridades e acabam inventando um talkshow para a TV. Os dois, então, se vêem no dilema de se transformar naquilo que criticam. No elenco estão Maria Clara Gueiros e Emílio Orciollo Neto. =D

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A peça é hilária, eu já assisti, não resisti e acabei convidando os autores para uma entrevista.

Infonet: Vocês dois são jornalistas da revista Época. Por que escrever uma peça sobre relacionamento e celebridades?
Nelito & Martha: Nós somos casados e sempre ficamos assistindo programas na TV e falando mal das coisas. Exatamente como fazem o casal da peça, resolvemos fazer algo com isso. No caso deles, foi um programa de TV. No nosso, a própria peça. O relacionamento surgiu porque era interessante ver como os dois seriam afetados pela iminência da fama.

IN: Qual é a mensagem que vocês querem passar com o espetáculo e que crítica vocês pretendem fazer?
N&M: Não queremos passar exatamente uma mensagem. Eu acho que o objetivo principal é fazer as pessoas saírem do teatro com um sorriso no rosto e pensando que o preço pago pelo ingresso valeu. Se conseguirmos isso está ótimo. Se a pessoa refletir um pouco sobre a junk media, as celebridades instantânea também estamos no lucro. Mas é um espetáculo despretensioso de humor. O objetivo principal é fazer rir.

IN: Da onde veio as inspirações para o texto?
N&M: Das nossas conversas. Muito do que está na peça a gente fala um com o outro, são observações nossas. Muita coisa ali aconteceu de verdade. Nelito não lembra das datas de aniversários, Martha tem TPM, por exemplo.

IN: E como foi feita a escolha do elenco? Como foi o processo de montagem da peça?
N&M: A peça levou quatro anos para ser montada e passou por três diretores. Resumindo a parte final: Martha mandou o texto para Graziela Moretto, que gostou e queria dirigir. Ela mostrou o texto ao Emilio Orciollo, que estava procurando uma peça e chamou Maria Siman para produzir junto com ele. No meio do caminho Graziela teve problemas pessoais e Emilio convidou Ernesto Picollo e Maria Clara Gueiros.

IN: Vocês já pensam em novos projetos no teatro?
N&M: Temos um novo texto, já. Mas é segredo ainda, deixa amadurecer mais.

IN: Em que outros projetos vocês estão envolvidos?
N&M: Em fevereiro vamos lançar o livro “Eu e você, você e eu”. É a história de um casal, contada pelo ponto de vista de cada um deles. É interessante mostrar como cada acontecimento pode ser visto de uma forma diferente por um homem e por uma mulher.

Para quem se interessou, o espetáculo está em cartaz no Teatro do Leblon, no Rio. Quinta, sexta e sábado às 21h30, e domingo às 20h. A direção é de Ernesto Piccolo e produção de Maria Siman.

(Foto de Rubens Cerqueira, achada aqui)

Entrevista com Thiago Pereira (Especial Olimpíadas)


Publicado em 8 de agosto de 2008 por Felippe Franco

Ele foi um dos principais destaques no Pan do ano passado e já ganhou várias disputas de lá até hoje. Agora, na sua segunda Olimpíada ele quer finalmente conseguir conseguir sua primeira medalha nos jogos, mas para isso ele terá que enfrentar ninguém menos que Michael Phelps.

Thiago fala na entrevista abaixo sobre o adversário americano e toda sua preparação.

Infonet: Você vem cada vez mais conquistando um número estrondoso de medalhas em campeonatos. Espera repetir esse feito agora nas Olimpíadas? Como está sua expectativa?
Thiago: Meu maior sonho é ganhar uma medalha olímpica e estou treinando muito para isso. Se isso acontecer, vou me sentir o cara mais realizado do mundo. Minha preparação para Pequim começou após os Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, no ano passado. Foi um período intenso de treinamento e competições, incluindo etapas da Copa do Mundo (Estocolmo, Berlim e Belo Horizonte), Troféu Maria Lenk e o circuito Mare Nostrum de Natação, etapas de Barcelona e Canet. Também fiz três semanas de treinamento na de Sierra Nevada, na Espanha. Eu me preparei bem e estou confiante. Tudo o que eu tinha para treinar, eu já treinei. Agora, é relaxar e descansar. Já entrei na fase de polimento, ou seja, no aprimoramento final do treino, diminuindo bastante o volume dentro da piscina, para me sentir mais leve e rápido. Estou indo para China bastante otimista, sinto-me mais maduro e seguro, porque já participei de uma Olimpíada (Atenas/2004) e outras tantas competições importantes como Pan-Americano, Mundiais e Copas do Mundo. Isso me dá mais tranquilidade.

Infonet: Qual será sua maior motivação para ir à Pequim?
Thiago: É saber que treinei tudo o que eu podia, que fiz tudo aquilo que eu podia. Estou bem e confiante em uma boa campanha em Pequim. É saber também que estou indo para a minha segunda Olimpíada mais seguro e experiente. Não tem mais aquela ansiedade de 2004 (Atenas). Estou bem tranquilo.

Infonet: E onde acha que encontrará as maiores dificuldades?
Thiago: A briga por medalha não será fácil. Os oito nadadores que chegarem à final terão chances de brigar por medalhas. O importante é cair na água e fazer a minha prova, sem me preocupar com os adversários.

Infonet: A primeira prova de natação nas Olimpíadas será os 400m medley, onde você já enfrentará logo de cara o americano Michael Phelps. Enfrentar um dos maiores recordistas mundiais em uma prova não tão fácil em uma Olimpíada te assusta?
Thiago: Não me assusto. Já nos enfrentamos algumas vezes. Todo mundo fala do Phelps, mas tem outros grandes nadadores que disputarão essa medalha tanto nos 400m medley quanto nos 200m medley (minha especialidade), que são o norte-americano Ryan Lochte (vice-campeão olímpico em Atenas/2004, nos 200m medley) e o húngaro Laszlo Cshe, que me ‘roubou’ o recorde mundial em piscina curta dos 200m medley. O Ryan, inclusive, deu trabalho ao Phelps na seletiva norte-americana. Não vai ser fácil! Mas estou preparado para fazer a minha melhor prova.

Infonet: Em qual categoria acha que terá mais facilidade? Por que?
Thiago: Nos 200m medley, porque é a minha prova. Estou me dedicando nos treinos para essa prova. No revezamento 4x200m livre também temos chance de pódio.

Infonet: No ano passado você foi um dos grandes destaques no Pan do Rio, faturando nada menos que sete medalhas. Claro que eram de certa maneira planejadas, mas foi uma surpresa conseguir esse número?
Thiago: Costumo dizer que Pan é Pan; Olimpíada é Olimpíada. Eu consegui seis índices olímpicos para provas individuais, mas resolvi priorizar só essas três (200m medley, 400m medley e o revezamento 4x200m livre). Primeiro, evitei nadar muitas provas por causa do desgaste e, segundo, porque as provas coincidiam no calendário e poderia prejudicar minhas principais provas de medley.

Infonet: Como você vê o crescimento de sua carreira que vem acontecendo ao longo dos últimos anos?
Thiago: Tudo aconteceu muito rápido na minha carreira. Cheguei ao Minas em 2002 e dois anos depois já estava na minha primeira Olimpíada (Atenas/2004) aos 18 anos. Fiquei muito ansioso, nervoso, e isso acabou me atrapalhando. Imagina só, cheguei na Grécia sendo apontado como favorito à medalha pelas principais revistas e jornais do mundo. Hoje, estou bem mais tranquilo, seguro, porque adquiri experiência ao longo dos anos e competições importantes como Jogos Pan-Americanos, Copas do Mundo, Mundiais…

É uma pena não poder levar a torcida brasileira na bagagem. Agradeço a todos que torceram e continuam torcendo por mim. Valeu, galera!

Confira tudo o que tá rolando no especial sobre as Olimpíadas:
http://www.infonetnews.com/olimpiadas-2008/

Entrevista com Robert Scheidt (Especial Olimpíadas)


Publicado em 5 de agosto de 2008 por Felippe Franco

Abrindo nossa série sobre as Olimpíadas, vamos começar com uma entrevista com um esportista que já cravou seu nome na história do Brasil nos jogos. Com um ouro em Atenas (2004), outro em Atlanta (1996) e mais uma prata Sydney (2000), ele vem pra sua quarta Olimpíada esse ano, mas dessa vez por um classe diferente.

Será que isso muda em alguma coisa? Ráá! Vamos saber de TUDO agora.

Infonet: Robert, pra início de conversa você já terá um cargo a mais nessas Olimpíadas: será o porta-bandeira na abertura. Como recebeu a notícia? Já esperava levar essa responsabilidade na bagagem?
Robert: Foi uma surpresa enorme! Estava no Palácio do Planalto em encontro com o presidente Lula e não esperava a notícia. Normalmente a definição do porta-bandeira é feita só às vésperas da Olimpíada, já no local dos Jogos. Fiquei muito honrado, assim como a vela brasileira deve estar. Nosso esporte tem o maior número de medalhas olímpicas. A bandeira já está na minha mala.

Infonet: Em Pequim você vai disputar – ao lado da sua dupla, Bruno Prada – a classe Star, enquanto nas Olimpíadas de 1996, 2000 e 2004 você conquistou medalhas na classe Laser. Nessa nova classe há tantas chances de medalha quanto na anterior?
Robert: É bem diferente. Desta vez, estamos indo como uma das duplas favoritas e não a favorita. Temos de saber administrar a ansiedade e construir a competição. A raia é bem difícil e ninguém vai abrir vantagem nas dez regatas. A decisão deve ir mesmo para a “medal race”, a grande novidade desta Olimpíada.

Infonet: Quais são suas expectativas?
Robert: Fizemos uma boa preparação e vamos para Qingdao tranqüilos. Estamos entre os favoritos e temos de pensar regata a regata porque todos devem cometer algum erro. O objetivo, claro, é uma medalha.

Infonet: E por que dessa mudança de classes depois das Olimpíadas de Atenas?
Robert: Já tinha feito tudo e ganho tudo o que era possível na Laser e fiquei na classe até mais tarde do que o previsto. Tinha de partir para outro desafio e na Star a longevidade é grande. A decisão de trocar de classe foi muito acertada. Falo antes da olimpíada porque tenha certeza de que não mudarei de idéia, independentemente dos resultados que conseguirmos lá.

Robert e seu parceiro Bruno Padra. (Divulgação)

Robert e o parceiro Bruno Padra. (Divulgação)

Infonet: Como você vê a delegação brasileira nesses Jogos Olímpicos?
Robert: É uma delegação rejuvenescida, mas com grande potencial. Acredito que o grupo poderá conseguir uma campanha até melhor do que a obtida em 2004.

Infonet: De todas as Olimpíadas que disputou, qual delas teve aquele gostinho mais especial?
Robert: Os Jogos Olímpicos são a principal competição esportiva do mundo. Não tenho como esquecer os ouros de Atlanta/96 e Atenas/2004 e mesmo a prata de Sydney/2000. Na hora, quando perdi o ouro, fiquei frustrado, mas depois percebi o valor da medalha e todo o esforço que havia feito para conquistá-la.

Infonet: Em toda sua carreira, do que mais se arrepende?
Robert: Não tenho nenhum arrependimento. Amo velejar e sempre tento fazer o melhor possível. Tomo decisões bem pensadas e sou privilegiado no esporte. Conto bons patrocinadores e ajuda importante da CBVM.

Estamos indo para Qingdao com objetivo de representar o Brasil da melhor forma possível. Temos consciência da responsabilidade que teremos. Treinamos muito, estamos com o equipamento 99% pronto e torçam pela gente. Torçam para termos bons ventos. Valeu galera….

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Ta aí. E sexta é a vez de Thiago Pereira. Para ver tudo o que está rolando no especial “Olimpíadas 2008″, acesse o índice de artigos:

http://www.infonetnews.com/olimpiadas-2008/