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Nelsinho Piquet conta tudo em entrevista exclusiva


Publicado em 4 de junho de 2008 por Felippe Franco

Como o nome já entrega, ele é filho tricampeão mundial de Fórmula 1 Nelson Piquet. Corre desde os oito anos de idade, já faturou diversos campeonatos de kart, Fórmula 3, foi vice na GP2 Series e vencedor do prêmio “Capacete de Ouro” por dois anos. Agora em 2008 estreou como piloto titular de Fórmula 1, na Renault, correndo na mesma equipe de ninguém menos que o bicampeão Fernando Alonso. É, o cara tem história pra contar…

Infonet – Você já participou de sete corridas como titular na Fórmula 1. Como avalia essas experiências?

Nelsinho – Tem sido um começo difícil, mas, em contrapartida, de muita experiência. As dificuldades que enfrentei até agora me trouxeram um aprendizado enorme, que com certeza me ajudará a melhorar o desempenho no decorrer do campeonato.

Infonet – De alguma maneira, a pressão de ser filho de um tricampeão mundial te prejudicou?

Nelsinho – É claro que existe uma pressão por ser filho do Nelson Piquet, as atenções e as exigências são maiores, tanto por parte da imprensa quanto do público. Mas isso ocorre desde o início da carreira, já me acostumei, não é algo que me incomode mais. Também há muitas vantagens em ser filho de um tricampeão mundial. No meu caso, ganhei um bom conselheiro e mais visibilidade.

Infonet – Alguns jornais divulgaram na última semana boatos de que segundo o diretor esportivo da equipe, Steve Nielsen, você estaria ameaçado na Renault caso seu desempenho não venha a melhorar. Acha que essa declaração de Nielsen estaria equivocada?

Nelsinho – Isso são boatos. É claro que existe pressão, é uma forma de todas as equipes exigirem mais de seus pilotos, mas a equipe sabe da minha capacidade e confia no meu trabalho.

Infonet – Até o final do campeonato você ainda tem mais 12 corridas. Acha que consegue recuperar o tempo perdido e chegar entre os 5 primeiros?

Nelsinho – Meu resultado vai depender bastante do desempenho do carro. Estamos melhorando bastante, mas ainda não temos condições de brigar de igual para igual com as equipes que estão na frente, como a Ferrari, a McLaren e a BMW. Terminar o campeonato em quinto hoje é muito difícil para qualquer piloto da ING Renault.

Infonet – Como foi o início de sua carreira? Quais foram as maiores dificuldades? Do que se arrepende?

Nelsinho – Comecei correndo de kart, em Brasília, aos oito anos, quando fui morar com o meu pai no Brasil. Eu me apaixonei pelo automobilismo desde o começo, e fui disputando campeonatos, ganhando corridas, títulos… Aos 16 anos, fui para a F3 Sul-Americana, depois para a Inglesa, a GP2 e agora a Fórmula 1. Acho que tive poucas dificuldades na carreira, mas em compensação tive muitos desafios, como competir e ser campeão da competitiva Fórmula 3 Inglesa com uma equipe formada por brasileiros.

Infonet – Você até 2006 corria pela GP2, em 2007 se tornou piloto de testes da Renault e em 2008 enfim virou titular. Como foi a adaptação no ano passado do carro da GP2 para um de F1?

Nelsinho – É uma adaptação enorme, as duas categorias são muito diferentes, a realidade na Fórmula 1 é muito diferente. No ano passado, ganhei muita experiência, mas muita coisa estou aprendendo na prática apenas agora, correndo, e a tarefa não é fácil.

Infonet – Dentro da Renault você sente (ou já sentiu) algum tipo de preferência pelo Alonso? Como é seu relacionamento com o piloto?

Nelsinho – O interesse da equipe é que ambos tenhamos o melhor resultado possível. Meu relacionamento com o Alonso é normal, profissional, trabalhamos bem juntos, mas não há uma relação de amizade.

Infonet – Qual é o recado que gostaria de dar a todos os torcedores brasileiros que lêem o Infonet?

Nelsinho – Gostaria de dizer que não vou poupar esforços para corresponder às expectativas de quem confia no meu trabalho.

Entrevista: Alessandra Maestrini


Publicado em 7 de maio de 2008 por Felippe Franco

Ela é atriz, cantora e já até escreveu peças, ainda não produzidas. Alessandra no momento está no elenco de “Toma Lá, Dá Cá”, seriado da Globo, e já participou de diversas peças teatrais e inclusive alguns filmes.

Infonet: Você começou estudando teatro e depois veio a estudar música. Assim, conseguindo alguns papéis em musicais como ‘As Malvadas’ e ‘Ópera do Malandro’. Qual foi o momento que mais te marcou nessas apresentações?

Alessandra: O Chico Buarque assistindo o ensaio e me vendo cantar “Palavra de Mulher”, que ele gargalhou nas cenas de comédia da Luci que era minha personagem e teve um acesso de choro quando eu estava cantando “Palavras de Mulher”. Ele estava à alguns passos só da minha frente com um saquinho de jabuticaba na mão.

Infonet:
E pelo o que parece, você gosta desse meio artístico. Como começou seu interesse?

Alessandra: Ah, não tenho nem como lembrar, porque desde que eu me entendo por gente que eu faço teatro, e dança, e música… Eu não tenho nenhuma memória minha que não seja ligada a arte.

Infonet:
Além disso você já participou de muitas outras peças. Para você, qual a importância do teatro nos dias atuais?

Alessandra: É a importância de transformar a sociedade.

Infonet: Você já pensou em produzir ou até mesmo escrever uma peça?

Alessandra: Eu já escrevi algumas peças mas ainda não as tirei da gaveta. E produzir, eu penso as vezes de repente na idéia de ter uma produção, mas eu ainda não fiquei muito afim de passar pela parte burocrática.

Infonet: Partindo pro lado da televisão, você já havia participado do seriado ‘A Diarista’, na minisérie ‘Amazonia’ e em algumas novelas, mas seu maior destaque é em ‘Toma Lá Dá Cá’, onde interpreta a empregada Bozena. Como surgiu o convite para o pepel?

Alessandra: A Débora Bloch fazia parte do elenco que participava do piloto do programa, e antes desse elenco ser fechado eu fui fazer uma participação em “A Lua me Disse”, a convite do produtor de elenco, e eu e Débora tivemos uma química de comédia muito boa durante a gravação. Aí ela ligou do estúdio para o Miguel, disse “a Alessandra tem que estar no programa”. O Miguel já conhecia meu trabalho, já estávamos a muito tempo para trabalhar junto e não dava certo, e aí ele falou que então só se fosse uma empregada imigrante, e a Débora sugeriu que ela viesse do Paraná. Na hora ele já teve um acesso de risos e criou a personagem pra mim.

Infonet: Quais foram as principais dificuldades quando começou a interpretar a personagem?

Alessandra: O medo de estar trabalhando com feras da TV, o medo do esquema diferente que é você fazer TV no teatro e teatro na TV, porque lá nós temos 6 câmeras que nos seguem e uma platéia que está na frente assistindo ao vivo. Basicamente os medos.

Infonet: Já era esperado tamanho sucesso que a Bozena faria?

Alessandra: Eu tento sempre quando eu estou fazendo um trabalho, não ter essa expectativa, cuidar da minha energia e canalizar esse tipo de ansiedade pro trabalho. Aí eu nem me decepciono e nem começo a agir como uma louca-maravilhada-deslumbrada se for muito sucesso. Então não é que eu esperava, nem que eu não esperava o sucesso, eu não pensava nele, mas é muito gratificante.

Infonet: Em breve você estará lançando também um CD, como é o projeto?

Alessandra: É uma parceria entre o Alexandre Elias e eu. Quando o CD começou era um CD só do Alexandre Elias, aí ele me chamou para gravar uma música, gostou, me chamou para gravar outra, gostou, aí me chamou pra gravar todas, gostou, aí a gente começou a compor juntos, e foi realmente um CD construído em parceria. O CD se chama “Drama’n'Jazz”, que é uma brincadeira com o tema Drum’n'Bass e é uma nova batida. O CD é de bossa-nova e jazz, tem muita delicadeza, muita sinuosidade, os arranjos são todos do Alexandre Elias e são eletrônicos.

Infonet: E já tem previsão de quando o CD vai ser lançado?

Alessandra: A previsão não tem ainda, esse CD foi encomendado por uma gravadora do exterior, mas a gente ainda está em negociações e agora também estamos começando a procurar gravadoras aqui no Brasil.

Infonet: Além deste, já pensa em novos projetos, tanto para a carreira de atriz como na de cantora?

Alessandra: O “7″, que era o musical que eu tava fazendo aqui no Rio e que é o maior ganhador do Prêmio Shell esse ano, está em negociações com os patrocinadores de São Paulo e eu estou com alguns convites para espetáculos de teatro, mas nada que eu possa revelar ainda.

Infonet:
O que você prefere fazer: Atuar nos palcos, na TV, no cinema ou cantar?

Alessandra: É tudo muito diferente, eu gosto muito de fazer tudo e quanto mais eu variar, mais interesse em cada coisa, para mim é melhor.

***

Na entrevista falamos do CD que ela está preparando, certo? Pois bem, conseguimos uma faixa dele, uma música chamada “You” (autores: Menescal/Bôscolli, versão em inglês: Alessandra Maestrini). No áudio abaixo tem um depoimento da Alessandra e a música completa para você ouvir:

E um agradecimento especial ao Alexandre Elias que nos passou a música e à Alessandra por toda atenção.

Foto do banner de autoria de José Neto para a revista Bianchini.

Entrevista: Cláudio Torres Gonzaga, do Comédia em Pé


Publicado em 2 de abril de 2008 por Felippe Franco

Ele comanda o espetáculo de stand up comedy “Comédia em Pé”, já atuou e dirigiu diversas peças e além disso é redator da Globo, tendo escrito para o Sai de Baixo, Chico Total, Sob Nova Direção, entre muitos outros.

O “Comédia em Pé” está em cartaz no Teatro dos Grandes Atores (BarraSquare) às sextas e sábados e no Teatro das Artes (Shopping da Gávea) nas quartas.

Infonet: Você é redator da Rede Globo, já escreveu para diversos programas de humor da casa como Sob Nova Direção, Sai de Baixo, Chico Total, além do Zorra Total. Como iniciou seu contato com o humor?

Cláudio: Começou como contador de piada em roda de amigos. Mas eu não levava isso a sério, quem primeiro me convidou pra escrever humor foi o Bruno Mazzeo em 1998 para o programa Chico Total.

Infonet: Você também faz parte do grupo de comédia Stand-up “Comédia em Pé”; Como o show é realizado?

Cláudio: É um show clássico de stand-up comedy. Vários comediante se apresentam em cada espetáculo em solos de 10 a 15 minutos. Sempre textos escritos pelo próprio comediante.

Infonet: E como ele foi criado?

Cláudio: A idéia era criar um espetáculo com esse humor de cara limpa. Havia vários espetáculos com solos de personagens e pouco espaço para humoristas sem personagens. A idéia era criar mais um espaço para humor.

O grupo Comédia em Pé

Cláudio Torres comanda o Comédia em Pé, que conta ainda com Fernando Caruso, Fábio Porchat e Paulo Carvalho. (Foto: Divulgação)

Infonet: Nas apresentações do “Comédia em Pé” sempre há um convidado especial diferente. Para você, qual é a maior importância desse contato?

Cláudio: Isso é bom porque ajuda a renovar o espetáculo. O intercâmbio com outros comediantes é muito rico. Estamos criando uma turma de humor que está muito interessada em fazer vingar esse gênero de humor. Não que todos não queiram brilhar individualmente, mas todo mundo percebeu que se o gênero vingasse todos ganhariam.

Infonet: Você também assinou a direção da peça “Enfim, Nós”. Como foi dirigir Bruno Mazzeo e Fernanda Rodrigues?

Cláudio: Durante muito anos eu fui diretor de teatro. O Bruno e a Fernando são excelentes atores. O Bruno escreveu a peça junto comigo, o que facilitou muito as coisas.

Infonet: Quais são seus próximos projetos?

Cláudio: Tenho varias peças escritas com o Bruno, estamos tentando produção para elas.

Infonet: Para terminar não poderia faltar: Cláudio Torres Gonzaga por Cláudio Torres Gonzaga.

Cláudio: Acho muito difícil me definir. Eu vim ao mundo a passeio, mas como tem que ganhar dinheiro transformei meu divertimento em profissão.

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Acesse o site do Comédia em Pé para se informar mais sobre as datas de apresentações, convidados e para saber um pouco mais sobre o grupo.

Entrevista: Marcos Wettreich


Publicado em 5 de março de 2008 por Felippe Franco

Marcos Wettreich é um dos maiores nomes da internet brasileira. Quem nunca ouviu falar no Prêmio iBest? Ou então no próprio portal iBest? Pois foi ele que criou tudo isso. Além desses dois, ele já criou outras 8 empresas em 23 anos como empresário. Sua última criação foi o WeShow, um guia de entretenimento ao universo de vídeos que reúne o melhor conteúdo em vídeo existente na web. O site tem a própria premiação – o Prêmio WeShow – considerado o Oscar dos vídeos online, e já foi lançado em mais de 8 países.

Infonet: Você vem de família humilde e conseguiu chegar no topo. Como começou seu interesse pela internet?
Marcos: Quando vi a internet pela primeira vez, já era empresário há 10 anos. Comecei como sócio de uma empresa de redes de computadores, aos 21 anos. Já a internet vi pela primeira vez quando mediava uma palestra na minha empresa de conferencias de tecnologia, a Mantel, em 1995.

Infonet: O WeShow – um dos seus últimos empreendimentos – já está fazendo sucesso em várias partes do mundo. Como surgiu a idéia desse guia de vídeos online?
Marcos: Da minha observação de que cada vez mais existirão mais vídeos na internet, e que quem vai assisti-los pode precisar de um apoio editorial para achar o que gosta.

Infonet: Qual foi sua maior surpresa relacionada a criação do WeShow?
Marcos: Perceber que somos hoje uma ponte entre a audiência que não fala inglês e os vídeos postados em inglês, em sites como o Youtube e outros. No WeShow traduzimos conteúdo para varias línguas onde já estamos com portais, como a Alemanha, França, Espanha, Brasil, Japão e China.


O WeShow é customizável e pode ser integrado a qualquer blog ou website.

Infonet: Por que você acha que o site deu tão certo?
Marcos: A dedicação e seriedade que são características minhas em qualquer iniciativa.

Infonet: Já pensa em novos projetos?
Marcos: Só penso em WeShow hoje.

Infonet: Qual é o seu segredo do sucesso?
Marcos: Muito trabalho, muita experiência e conhecimento, fazer uma boa equipe, e ser paranóico com resultados e velocidade de crescimento.

Infonet: Como você avalia a internet brasileira atualmente?
Marcos: A internet no Brasil é muito boa, e sempre foi avançada por exemplo em relação à América Latina. Isto se deve aos primórdios de seu lançamento comercial no Brasil, em 1995, quando o então ministro das comunicações, Sérgio Motta, resolveu privatizar o desenvolvimento da internet no pais. Na época, Tadao Takahashi, presidente da RNP, semeou o que vemos hoje. E grandes empresas como o UOL, Terra e IG fizeram uma enorme tarefa de populariza-la.

Infonet: Em toda sua carreira, você tem algo que se arrependa de ter feito?
Marcos: Já criei 10 empresas em 23 anos como empresário, ou seja, é claro que já fiz algumas bobagens. Objetivamente me arrependo de 3 coisas que fiz. Mas prefiro não comentar sobre.

Infonet: Marcos Wettreich por Marcos Wettreich
Marcos: Trabalho, trabalho, trabalho. Pensar, agir, e não parar enquanto não chegar lá. Mas o lá nunca chega, sempre quer ir mais longe.

Entrevista: Bruno Mazzeo, lançando seu novo DVD


Publicado em 19 de dezembro de 2007 por Felippe Franco

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Ele é um dos grandes nomes da nova geração. Bruno Mazzeo além de ator, é roteirista – já escreveu para o Sai de Baixo, Escolinha do Professor Raimundo, A Diarista, entre outros – e excelente humorista. Este ano, esteve em cartaz ao lado de Fernanda Rodrigues com a peça ‘Enfim, Nós’, além de estrear a nova temporada da série ‘Cilada’, no canal por assinatura Multishow. Já são quatro temporadas e finalmente chegaram na caixinha do DVD, sonho de Bruno: “Era um sonho. Desde antes de estrear já queria que lançassem”. Em 2008 ele não para: volta pra tela da Globo – que não visitava desde de que acabou Sob Nova Direção, onde interpretava Rick Lacerda – para a nova novela das sete: Beleza Pura, que estréia em janeiro.

Infonet: O DVD do Cilada está nas lojas desde outubro e está sendo muito vendido. Já era esperado tamanho sucesso?

Bruno: Confesso que não. A audiência de um programa de TV a cabo é bem menor que o de um de TV aberta. Em compensação é um público com maior poder aquisitivo. Mesmo assim não esperava que fosse vender tanto. A primeira tiragem se esgotou em menos de 15 dias.

Infonet: Ainda há muito preconceito com programas de TV a cabo?

Bruno: Há. É um dos motivos da distribuição não ser tão boa quanto de programas da tv aberta. Muitos lojistas não se interessaram. Talvez por nem conhecerem o programa.

Infonet: Da onde surgiu a idéia de produzir esse DVD com os episódios das três primeiras temporadas?

Bruno: Era um sonho. Desde antes de estrear já queria que lançassem o DVD. É uma maneira de eternizar um trabalho, ainda mais sendo televisão uma coisa descartável. Passa essa semana e semana que vem já é passado.

Infonet: Então gostou da experiência, e a quarta temporada do Cilada? Vai virar DVD também?

Bruno: Espero que sim. Não depende de mim. Essa é a melhor temporada e eu gostaria muito que ela também saísse.

Infonet: A partir de fevereiro poderemos encontrar você de volta a tela da Globo, dessa vez em uma novela, Beleza Pura. Será sua primeira experiência nesse meio da teledramartugia?

Bruno: Será. Muito frio na barriga.

Infonet: E como se chama o personagem que você irá interpretar? Como ele será?

Bruno: José Henrique. É um advogado inescrupuloso capaz de usar de todas as maneiras para conseguir a fortuna do Olavo, milionário que morre num acidente de helicóptero.

Infonet: Durante a novela, o que acontece com o Cilada?

Bruno: O Cilada acaba em dezembro. Depois… ninguém sabe.

Infonet: E quais seus outros projetos?

Bruno: A peça “Enfim, Nós”, que deu uma parada, e o filme “Muita Calma Nessa Hora”, que fiz o roteiro.

Infonet: Então a peça “Enfim, nós” volta em 2008?

Bruno: Estou tentando patrocínio para montar no Rio. É a única possibilidade até agosto, quando vou estar com a novela, sendo impossível viajar. Caso não consiga, ela volta a partir de agosto/setembro. Possivelmente em São Paulo, onde fizemos excelente, porém curta, temporada.

Acompanhem o Cilada no Multishow, e, a partir do ano que vem, Beleza Pura. Isso aí.

Foto da base: Juliana Rezende/Globo.