Publicado em 10 de setembro de 2008 por Felippe Franco
“Batman – O Cavaleiro das Trevas” foi o filme mais votado na nossa enquete, em que perguntamos qual era a estréia dessa ano que mais atendeu as expectativas de nossos leitores. Com 23% dos votos, a produção desbancou “O Incrível Hulk” (18%), “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (15%), “Homem de Ferro” (13%), “Hancock” (13%) e outros sete filmes que também estavam entre as opções.
Os infelizes de “Arquivo X: Eu Quero Acreditar” e “Speed Racer” não chegarem nem a um porcento. Merecido? Talvez.
Enfim, chegou a hora de votar novamente. O que você achou das novidades nos iPods que falei no post anterior? Responda! O resultado sai sábado.
Publicado em 4 de junho de 2008 por Felippe Franco
Seu laptop já deu o que tinha que dar? Está ultrapassado? Tá mais lento que uma carroça? Bom, a solução é encontrar uma nova utilidade para seu equipamento.
5 – Quebra Nozes
Para que gastar oito reais comprando um quebra nozes se você pode gastar seu caríssimo notebook quebrando-as?
Simples assim.
4 – Raquete
Hugo Hoyama bateu recorde brasileiro de medalhas de ouro em Pan-Americanos no ano passado. Mas pera aí… o cara usa raquete! Báá, isso é para os fracos. Bons mesmos usam notebooks.
3 – Banco
Os metrôs das grandes cidades ficam cada vez mais lotados. E na hora de esperar, nada como dividir o banquinho do terminal com aquela tiazinha gorda ou aquele vovô fedendo, hein? Para acabar com isso temos o notebanco: serve tanto como notebook, quanto para banco! Putz, essa foi horrível.
2 – Pá de Lixo
Usar pá? Pff… Já tá até fora de moda.
1 – Armadilhas para ratos e afins
Ratos. Ô bichinho chato.
Está cansado de gastar ratoeiras tentando os pegar? Desista! Use um laptop como armadilha e evite pegar leptospirose. Hã, hã… Sacou?
Publicado em 21 de maio de 2008 por Felippe Franco
Você sabia que simples coisas do dia-a-dia, como uma foto, um vídeo ou até mesmo uma frase podem transformar o Brasil em um lugar com muito mais cidadania? Pois é, pensando por um lado, é fácil sim. Mas é claro, se todos agirmos juntos.
Fomos convidados pelo pessoal do SESI recentemente para divulgar o projeto Ação Global, iniciativa do próprio SESI com a Rede Globo de Televisão. Não pestanejamos e cá estamos nós. Acesse o site do projeto e responda a pergunta “O que você pode fazer pela cidadania?”. Sua mensagem ficará exposta na página, e você estará compartilhando com o mundo o seu desejo de mudança.
Antes de terminar essa mistura de “momento reflexão” com programas educacionais do canal Futura (oi?!), clique aqui e participe da campanha. Se quiser divulgue também em blog. Vai ajudar.
O que você estava fazendo no dia 1º de maio de 1994? Provavelmente aproveitando sua manhã de feriado no domingo assistindo a corrida de Fórmula 1. Tinha tudo para ser mais um dia de alegria para os brasileiros, mas Senna, que largava em primeiro naquele GP de San Marino, bateu violentamente e veio a falecer.
O mais incrível daquele dia é como os fatos foram se desenrolando ao longo de 3 trágicos dias. No primeiro, sexta-feira, o piloto brasileiro Rubens Barrichelo bateu bem forte passando por cima da zebra e ficando com pequenas escoriações, com o nariz quebrado e sem a chance de correr naquele domingo. No dia seguinte, Roland Ratzenberger, piloto austríaco, teve a asa dianteira do seu carro perdida, o que fez ele perder o controle do veículo e bater contra um muro. Morreu.
Chegado no domingo, logo na largada os pilotos J.J. Lehto e Pedro Lamy bateram e quase mais uma tragédia aconteceu. Dessa vez não com os pilotos, mas sim com espectadores da corrida. Na hora do impacto, dois pneus foram arremessados para a arquibancada, ferindo com gravidade alguns torcedores.
Como se já não bastasse uma morte, um nariz quebrado e espectadores feridos, a sétima volta foi a mais fatal para nós, brasileiros. Ayrton Senna, que estava na liderança – seguido do alemão Schumacher -, bateria em um muro de concreto na Curva Tamburello, após perder o controle de seu carro. Após o acidente, Senna ainda mexeu a cabeça, o que deixou os torcedores mais calmos, mas na verdade o movimento não passava de um profundo dano cerebral aumentando cada vez mais.
Um dos fatos que mais impressiona é que Senna levava no seu carro uma bandeira da Áustria, para que se caso vencesse faria uma homenagem ao austríaco Roland Ratzenberger – que havia morrido no treino de sábado -, levantando-a quando passasse pela linha de chegada, assim como fazia com a bandeira do Brasil.
Mas enfim, o melhor que temos que fazer é lembra-lo em cenas como esta:
Principalmente as do minuto 1:28, certo?
Em 10 anos de carreira, Ayrton disputou 161 corridas, ganhou 41 delas, subiu 80 vezes no pódio, largou 65 vezes na pole position, conquistou mais de 600 pontos e ganhou 3 vezes o campeonato.
Não é pra qualquer um não.
Ayrton Senna(21 de março de 1960 – 1º de maio 1994)