Posts arquivados em ‘Textos & Críticas’

Robin Williams e a polêmicazinha da semana


Publicado em 1 de dezembro de 2009 por Felippe Franco

Era pra ser mais uma entrevista comum no lendário programa do David Letterman na TV americana. O talk-show é um dos mais assistidos nos Estados Unidos e recebia o ator, humorista e babá-quase-perfeita Robin Williams, que soltou uma piada sobre o Rio de Janeiro ter ganho o direito de sediar as Olimpíadas. Agora o cara é odiado pelos brasileiros.

“Chicago enviou Oprah e Michelle Obama. Já o Brasil mandou 50 strippers e meio quilo de pó. Não foi justo”, disse ele. Pode não ter sido a mais hilária das piadas, mas não há motivo nenhum para revolta. Em todo o mundo o humor é movido pelos estereótipos — achamos graça em dizer que português é burro, que argentino é arrogante, que árabe é terrorista, que judeu é pão duro, que na Etiópia não tem Globo Esporte porque passa depois do almoço. Já o Brasil tem fama no exterior como o país da violência, drogas e bunda de fora, é LÓGICO que vão fazer piada com isso. E se ofender é hipocrisia.

Hoje a notícia ganhou telejornais e sites de notícias brasileiros. A maioria indo contra ele e lembrando o fato que ele não poderia ter feito tal piada, uma vez que já foi viciado em drogas. Então o que estão esperando que ainda não baixaram uma lei para que todos que tinham média abaixo de oito e meio no colégio sejam proibidos de fazer piadas com portugueses?

É um assunto delicado porque mexe com todo um suposto “patriotismo” de um país, mas bom senso é sempre legal. Eu, particularmente, me ofendo mais com políticos que escondem propina na meia do que com comentários de um ator de Hollywood.

Zac Efron, o pseudo-ator


Publicado em 21 de abril de 2009 por Will Farias

Existem vários meios de sair ridículo em uma foto, esse aí é um.

Hoje em dia existem vários meios de se obter fama: Virar um ator de Malhação (ou no caso que vou citar hoje, virar ator de High School Musical), gravar um vídeo inusitado e publicar no Youtube. Susan Boyle já fez isso semana passada, então experimente ser mais criativo, seja um feio que cante bem e ainda faz malabares, ser muito estranho a ponto ir ao Superpop ou escrever em um blog como o Infonet News. Desde que fui contratado para escrever aqui várias portas se abriram para mim, inclusive a de uma “casa de diversões adultas” mas isso não vem ao caso agora. Fato é que a fama dá certo orgulho, da uma sensação de: Caralho! Eu faço a diferença!

Semana passada eu falei do sucesso repentino que o “ídolos teen” conseguem, para quem perdeu é só clicar aqui. Eu particularmente considero uma coisa que pode ser pior ainda do que ser um ídolo teen: é o ex-ídolo teen.

O ex-ídolo teen é aquele que é novo demais para fazer um filme de grande porte e velho demais para fazer um filme adolescente. Em outras palavras ser um ex-ídolo teen é uma merda. Você não é respeitado pelo que fez perante aos atores mais experientes e nem agraciado pelos fãs que preferiam o trabalho 100% comercial que você fazia antigamente. Sem contar também que se você não é respeitado pelos mais experientes acaba sendo marcado como ídolo teen, e como ídolo teen a sua única missão é fazer esses seus fãs adolescentes com cérebro de passarinho que não conseguem nem decorar o próprio número do celular não esquecer você.

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O fracasso da Fox?


Publicado em 20 de abril de 2009 por Felipe Bonomi

Numericamente falando, sim, o filme Dragon Ball Evolution — qual fui um dos primeiros a divulgar ano passado aqui no Infonet — que foi produzido pela Fox está sendo um fracasso, mas esse fracasso se deve bem mais aos fãs e seu mal-humor, ceticismo e falta de coerência na hora de criticar e praticamente barrar o sucesso do filme.

Se o filme não rende nas bilheterias creio que seja somente culpa dos fãs que não sabem reconhecer que tudo quando vai para o cinema sofre adaptações. Infelizmente a Fox escolheu o público errado, pois os famosos “otakus” e o restante dos fãs de Dragon Ball são em sua maioria extremamente exigentes e irracionais quanto às questões televisivas e cinematográficas. Desde o primeiro momento que se foi comentado sobre o filme só vi fãs mais contundes metendo o pau  no filme, falando mal do elenco até o diretor e o roteirista.

Tenho que confessar que muita coisa foi deixada de lado pela Fox, não que tenha destruído a historia como fãs efusivamente falam, mas acho que temos que ter consciência que não tem como colocar o universo fabuloso de Dragon Ball em apenas um filme. Sobre o elenco, temos que convir que não tem como achar pessoas idênticas aos personagens. Modestamente achei muito parecidas as feições do Goku original e o Goku feito por Justin Chatwin, mas fazer o que? Os fãs querem que ele tenha até cabelão espetado para cima igual ao de seu personagem.

Para a media nacional o filme até que não foi tão ruim, mas internacionalmente conseguiu arrecadar 25 milhões de dólares, ficando bem longe do investimento realizado pela Fox. Por esta razão os críticos já afirmam que este é um dos maiores e rotundos fracassos cinematográficos dos últimos tempos. A ira e o desencanto do fiel público do mangá foi sentido pela Fox, que talvez desista da idéia de realizar uma trilogia ou que pelo menos repense em fazer algo mais fiel ao manga original, mudando todos os atores e inclusive o diretor.

Sinceramente, só espero duas cosias. Primeiro que a Fox não desista de fazer a trilogia, e segundo que os fãs se conscientizem que devem prestigiar a obra de Akira Toriyama, pois mesmo não sendo fiel ao mangá ou anime, é uma forma de divulgar a obra e que merece uma chance, mesmo por que nada impede a Fox de explorar melhor todo o conteúdo e trama de Dragon Ball caso haja realmente uma continuação.

O manual do usuário de ônibus


Publicado em 2 de abril de 2009 por Will Farias

Se existe uma coisa que une brancos e negros, bonitos e feios, altos e baixos, jovens ou idosos e — porque não — pobres ou mais pobres ainda. Sim, porque ricos não andam de ônibus. Ou pelo menos não costumavam andar de ônibus, mas agora com essa crise pode ser que eles experimentem esse meio de transporte da massa mais economicamente desfavorecida.

E pensando nessa parte da população brasileira — que nunca andou, que anda ou que voltará a andar porque vai ficar pobre — que eu, William, o cara que veio ao Infonet News na missão de ajudar pessoas a lidar com situações absurdas arranjando situações mais absurdas ainda, lança em primeira mão o “manual dos usuários de ônibus“! Ou qualquer meio de transporte em massa (termo técnico que os empresários donos desses meios de transportes gostam de falar para parecer mais legal).

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Free AOE


Publicado em 26 de maro de 2009 por Felippe Franco

Num passado não tão distante — lá pro final de 2005 — recebi um pomposo e-mail de um ser interessado em, quem sabe, uma troca de banners com esse blog que você está lendo, na época recém criado. Essa tal troca de banners não durou mais que um mês, foi finalizada por um novo e-mail avisando que a parceria não havia rendido absolutamente nada. Quem era esse destruidor de corações? Théo, do Ato ou Efeito.

No auge da minha inexperiência blogosférica tinha tudo para odiar esse cara que agora não precisara mais de mim, mas ao contrário: eu virei leitor assíduo do blog dele, acompanhei o caminho trilhado até a transformação num site, depois para uma rede… mais um ano e virava um portal que desbancaria UOL, Globo.com e afins.

Toda essa rasgação de seda e histórias que poderiam ser contadas no Arquivo Confidencial do ‘Domingão do Faustão’ estão aqui por um motivo: o AOE em breve fechará suas portas porque eles… expressaram a opinião deles!

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