Os cinco melhores filmes baseados em fatos reais


Publicado dia 7 de dezembro de 2009 por Felippe Franco

Filmes baseados em fatos reais sempre tem uma emoção a mais. É aquela coisa, não tem nem como dizer que isso jamais aconteceria na realidade porque, sabe como é, aconteceu.

Hoje, graças a esse tipo de produção, você sabe que a qualquer momento um navio pode se chocar contra um iceberg, que um avião pode ser sequestrado por terroristas islâmicos insanos e, acima de tudo, que Zezé Di Camargo comia ovo cru.

Relevantes ou não, histórias capazes de render um filme tem todo um mérito.

Prenda-Me Se For Capaz (2002)
Dirigido por Steven Spielberg, o filme conta a história de Frank Abagnale Jr, um dos maiores falsificadores dos Estados Unidos que passou anos sendo perseguido por um incansável agente do FBI. De deixar muito fraudadorzinho brasileiro no chinelo.

Quebrando a Banca (2008)
Dessa vez estudantes e um professor de matemática formam um grupo que passa os fins de semana em Las Vegas ganhando no blackjack graças à uma complexa contagem de cartas e QIs que, juntos, superam a idade de todos os velhinhos do bingo mais próximo.

Efeito Dominó (2008)
No filme Jason Statham é um cara que acaba induzido a roubar os cofres particulares de um banco com seus comparsas, o que eles não desconfiavam é que todo o plano foi armado para salvar a pele de boa parte do governo britânico.

A Lista de Schindler (1993)
Nesse clássico do cinema mundial, mais uma vez sob responsabilidade de Steven Spielberg, o empresário Oskar Schindler contrata milhares de judeus em sua fábrica para tentar livra-los do holocausto, mesmo que isso coloque sua vida em jogo… Deixa só Hitler saber disso.

À Procura da Felicidade (2006)
Já esse é sobre um vendedor à beira do extremo da falência — papel de Will Smith — que acaba se tornando um corretor milionário da bolsa de valores. É tanta superação que se não virasse filme é certeza que a Brahma ia fazer um comercial dizendo que o cara é brahmeiro.

Faltou algum? Lógico que sim, vários, é só comentar aí.

(*) Foto: ‘Quebrando a Banca’/Divulgação.

Robin Williams e a polêmicazinha da semana


Publicado dia 1 de dezembro de 2009 por Felippe Franco

Era pra ser mais uma entrevista comum no lendário programa do David Letterman na TV americana. O talk-show é um dos mais assistidos nos Estados Unidos e recebia o ator, humorista e babá-quase-perfeita Robin Williams, que soltou uma piada sobre o Rio de Janeiro ter ganho o direito de sediar as Olimpíadas. Agora o cara é odiado pelos brasileiros.

“Chicago enviou Oprah e Michelle Obama. Já o Brasil mandou 50 strippers e meio quilo de pó. Não foi justo”, disse ele. Pode não ter sido a mais hilária das piadas, mas não há motivo nenhum para revolta. Em todo o mundo o humor é movido pelos estereótipos — achamos graça em dizer que português é burro, que argentino é arrogante, que árabe é terrorista, que judeu é pão duro, que na Etiópia não tem Globo Esporte porque passa depois do almoço. Já o Brasil tem fama no exterior como o país da violência, drogas e bunda de fora, é LÓGICO que vão fazer piada com isso. E se ofender é hipocrisia.

Hoje a notícia ganhou telejornais e sites de notícias brasileiros. A maioria indo contra ele e lembrando o fato que ele não poderia ter feito tal piada, uma vez que já foi viciado em drogas. Então o que estão esperando que ainda não baixaram uma lei para que todos que tinham média abaixo de oito e meio no colégio sejam proibidos de fazer piadas com portugueses?

É um assunto delicado porque mexe com todo um suposto “patriotismo” de um país, mas bom senso é sempre legal. Eu, particularmente, me ofendo mais com políticos que escondem propina na meia do que com comentários de um ator de Hollywood.

Divulgada primeira imagem do novo Karatê Kid


Publicado dia 30 de novembro de 2009 por Felippe Franco

Não tem mais volta agora. A imagem acima, divulgada hoje, não deixa qualquer dúvida que estão mesmo fazendo um remake de Karetê Kid (1984), um filmaço que você provavelmente já assistiu em alguma das trezentas e quarenta e duas exibições na Sessão da Tarde. Refilmar um clássico que entrou para história do cinema é quase sempre garantia de estragá-lo, e dessa vez eles estão estragando com vontade.

Pode ser que esteja falando besteira, mas as alterações presentes na nova produção estão, no mínimo, estranhas. Pra início de conversa não teremos karatê no filme, e sim kung fu. Os produtores inclusive já estão estudando mudar o nome para, veja só que genial, Kung Fu Kid.

Cogita-se também que o nome dos personagens deverão ser trocados, mas o que um dia se chamou Sr. Miyagi ficará a cargo de Jackie Chan. O papel de seu discípulo será interpretado por Jaden Smith, também conhecido como filho de Will Smith, dono da produtora que comprou os direitos do filme.

O garoto já tem um currículo que inclui O Dia em que a Terra Parou (2008) e À Procura da Felicidade (2006), em que atua ao lado do pai.

A estreia da versão moderninha de Karatê Kid deve acontecer em agosto de 2010 nos cinemas, sob direção de Harald Zwart.

Música da Beyoncé é eleita a melhor da década


Publicado dia 28 de novembro de 2009 por Felippe Franco

Prestes a liquidar mais uma década em nosso calendário, é normal que sejam publicados por aí trocentas listas elegendo qualquer tipo de coisa que aconteceu nesse período. No início de novembro mesmo o filme Cidade de Deus acabou eleito por uma revista americana o melhor filme, os Strokes foram escolhidos por uma revista inglesa como o melhor disco e agora essa mesma publicação elegeu Crazy In Love, da Beyoncé, como a melhor música.

Lançada em 2003 em parceria com o rapper Jay-Z — que nas horas vagas também é seu marido –, a música acabou alavancando de vez a carreira de Beyoncé, recém-saída do Destiny’s Child, grupo que ela fazia parte com outras cantoras que ninguém sequer lembra que existiam.

O single foi escolhido o melhor da década por um grupo de críticos da revista, que provavelmente passou os últimos dez anos na ilha de Lost. Crazy In Love é boa e só. “Melhor da década” é forçar tanto a barra quanto chamar o MC Créu de cantor.

Touros suspendem filmagens do filme de Tom Cruise


Publicado dia 24 de novembro de 2009 por Felippe Franco

Podíamos esperar que qualquer coisa normal paralisasse as filmagens do novo longa-metragem que Tom Cruise está gravando desde setembro ao lado de Cameron Diaz — quem sabe um ataque alienígena, talvez uma preocupação com a última eliminação de A Fazenda ou medo da queda de meteoritos venusianos… Mas não, foi uma fuga em massa de touros que suspendeu as gravações de Knight & Day (foto).

O filme, que mistura comédia e ação, traz Cruise como um agente que acaba dentro de uma perseguição ao tentar proteger a personagem de Cameron, envolvida em uma conspiração.

A cidade de Cádiz, na Espanha, é o próximo cenário em que o filme será rodado e onde os touros estavam sendo preparados para participar de uma das cenas, até que um deles simplesmente abriu o portão do local e todos saíram cidade afora. Duas pessoas acabaram feridas e a prefeitura achou melhor suspender os trabalhos para reforçar algumas medidas de segurança. Bom, colocar um trinco cujo um ser irracional não consiga abrir já deve bastar.

Aliás, se nem os animais estão muito interessados no filme, quem dirá eu.

Sarney quer transformar sua vida em um filme


Publicado dia 21 de novembro de 2009 por Felippe Franco

Esqueça tudo o que você já ouviu sobre Darth Vader, Freddy Kreuger, Mr. Smith, Coringa, Goldfinger e tantos outros. José Sarney, imperador do Maranhão e presidente do Senado nas horas vagas, está buscando cineastas dispostos a transformar sua vida em um longa-metragem e, cara, se não for um filme de terror eu sinceramente não sei o que mais poderá ser.

Tá certo que o Lula saiu na frente e o filme dele já será lançado no início do ano que vem, mas a idéia é que a trama sobre Sarney saia também em 2010, quando ele completará 80 anos. O mais cotado para o projeto é o diretor Silvio Tendler, que já filmou documentários sobre a história dos ex-presidentes João Goulart e Juscelino Kubitscheck.

Porém, ao que tudo indica, o problema maior será com a escolha do nome… Parece que ‘Prenda-me Se For Capaz’ o Spielberg já usou, né?